img-22

Caminhos da Transdisciplinaridade - fugindo a injunções lineares

  • Autor: Profa. Dra. Maria Lucia Rodrigues

Cercam-me, constantemente, desdobradas inquietações em torno de algumas questões: por que são cada vez mais frequentes os interesses dos profissionais das áreas das ciências humanas e naturais pela perspectiva transdisciplinar? o que nos atrai na temática transdisciplinaridade? que sentido ou sentidos evoca esta palavra? as reflexões e os conhecimentos resultantes de propostas transdisciplinares seriam apenas um modismo ou uma tendência momentânea do intelectual?

Sentidos da Transdisciplinaridade

Transdisciplinaridade sugere muitos significados, desde aqueles capazes de incitar atraentes movimentos reflexivos, investigativos, até reações de forte resistência e desconfiança, principalmente se considerarmos a perspectiva polissêmica que a palavra é capaz de inspirar. Ao mesmo tempo em que estimula oposições, a transdisciplinaridade tem o poder de aglutinar, de provocar certa sedução. Ao mesmo tempo em que é estrategicamente utilizada como passaporte de um saber maior, é também alvo de críticas e confusões interpretativas, principalmente quando relacionada a concepções sincréticas ou niilistas.

O sentido com o qual vamos aqui trabalhar é aquele que potencializa a ideia de caminhar, de ultrapassar as fronteiras das disciplinas e de ousar transitar por elas. Vamos acolher a transdisciplinaridade, como propõe Bassarab Nicolescu, no movimento que se estabelece "entre", "através" e para "além" das disciplinas cuja dinâmica consolida-se na "coerência", na "legitimidade" e na "articulação" de saberes que desdobram-se de seu difícil exercício.

A transdisciplinaridade surge como possibilidade para o alargamento da compreensão do real, como renascimento do espírito e de uma nova consciência, de uma nova cultura para enfrentar os perigos e horrores desta época. Instiga a tomar consciência da gravidade do momento e a colocar em conexão os conhecimentos e as capacidades de pensar para transformar a si mesmo e o mundo em que vivemos, levando a termo uma nova práxis. Ser histórico e compreender-se historicamente não significa somente o entendimento de uma lógica cuja razão crítica está na base de explicações conjunturais e econômicas, mas sim e também, reconhecer-se trans-histórico e responsável por um pensamento de si, do contexto e do complexo. "A prática de um olhar transdisciplinar, muito alerta à contextualização dos conceitos, não visa a conversão de sua eficácia heurística de um domínio para outro, mas a multiplicar os ângulos de aproximação que complexificam o objeto". Está em questão para além da "[...] modalidade do fazer humano", a necessidade de reaprender a religar conhecimentos, problematizar o contexto, articulando todo o saber à vida; a necessidade de realizar uma reforma do pensamento (que no dizer de Morin é uma questão antropológica e histórica) capaz de promover a cultura de uma consciência humanitária que se funde na capacidade de integração entre a vida, a conduta e o conhecimento.

Na realidade, a transdisciplinaridade nasce da premente exigência de consagrar o diálogo entre diferentes campos de saber sem impor o domínio de uns sobre os outros, acercando-se de uma atitude e de uma postura que orientem a interação e a "reliance" entre os profissionais e seus conhecimentos. Em recente palestra sobre o tema "Cognição e Transdisciplinaridade", Humberto Maturana diz que "para transpassar fronteiras precisamos de liberdade. Isso significa que temos de nos comportar de maneira que possamos emergir sem que tenhamos medo de desaparecer no que fazemos. Assim, podemos voltar ou ficar lá, ou podemos ir além e juntar coisas que de outra maneira não seriam juntadas, porque campos diferentes não se relacionam mas somos nós, seres humanos, que os relacionamos".

Se a divisão do conhecimento e do trabalho resultam, tradicional e historicamente, de diferentes modos de organização social e institucional, é importante considerar que, mesmo reconhecendo o caráter sutil da natureza transdisciplinar e a frágil importância atribuída ao seu exercício, será necessária a formação de uma outra cultura profissional, intelectual e educacional que contemple uma qualificação diversificada, que permita gradativamente abolir as distâncias culturais e tenha como eixo a reaproximação dos homens de si mesmos, uns dos outros e da natureza.

Ainda que tenhamos dificuldade em admitir, tratar de uma educação para o futuro exige uma reforma do pensamento que recuse a separação entre as ciências e as humanidades, que una ao invés de dividir, que detenha o ritmo da especialização, da dogmatização, do enrijecimento de saberes e faça vir à tona um educador capaz de reorganizar e solidarizar conhecimentos, sua relação planetária, sua responsabilidade pelas ideias. "Isso indica que um modo de pensar, capaz de unir e solidarizar conhecimentos separados, é capaz de se desdobrar em uma ética da união e da solidariedade entre humanos. Um pensamento capaz de não se fechar no local e no particular, mas de conceber os conjuntos, estaria apto a favorecer o senso de responsabilidade e o da cidadania. A reforma do pensamento teria, pois, consequências existenciais, éticas e cívicas. 

A transdisciplinaridade é diferente da multidisciplinaridade e da interdisciplinaridade. A multidisciplinaridade ou pluridisciplinaridade trata do estudo de um mesmo objeto por várias disciplinas; não há necessidade de integração entre elas uma vez que cada qual concorre com seus conhecimentos específicos no estudo de determinado assunto, podendo no máximo, resultar em certa organicidade de apresentação dos resultados ou de contribuições. É visível os níveis de cooperação das diferentes disciplinas e, também, a peculiaridade produzida pela consequente orientação dos conhecimentos envolvidos naquele estudo.

A interdisciplinaridade, diferentemente da pluri ou multidisciplinaridade, promove a troca de informações e de conhecimentos entre disciplinas mas, fundamentalmente, transfere métodos de uma disciplina para outras. Por exemplo: os métodos da física nuclear podem auxiliar na cura do câncer, na engenharia de alimentos ou de remédios, etc. Corresponde a um espectro mais ampliado de ação, alcançando um processo de interação entre disciplinas capaz de promover a conjugação de conhecimentos que elevem os níveis de saber.

A interdisciplinaridade possibilita não só a fecunda interlocução entre as áreas do conhecimento como também constitui uma estratégia importante para que elas não se estreitem nem se cristalizem no interior de seus respectivos domínios; favorece o alargamento e a flexibilização dos conhecimentos disponibilizando-os em novos horizontes do saber. É compreendida como método, técnica didática, instrumento de ação, mas principalmente, "[...] como postura profissional que permite se pôr a transitar o ’espaço da diferença’ com sentido de busca, de desvelamento da pluralidade de ângulos que um determinado objeto investigado é capaz de proporcionar, que uma determinada realidade é capaz de gerar, que diferentes formas de abordar o real podem trazer. [...] A perspectiva interdisciplinar não fere a especificidade das profissões e tampouco seus campos de especialidade. Muito pelo contrário, requer a originalidade e a diversidade dos conhecimentos que produzem e sistematizam acerca de determinado objeto, de determinada prática, permitindo a pluralidade de contribuições para compreensões mais consistentes deste mesmo objeto, desta mesma prática".

Sob este ângulo, a interdisciplinaridade não pretende a unidade de conhecimentos mas a parceria e a mediação dos conhecimentos parcelares, na criação de saberes. Podemos arriscar nela ver uma mediação para a transdisciplinaridade.

É possível que a dificuldade maior não se localize nos diferentes sentidos que se possa atribuir ao transdisciplinar mas no desafio de seu exercício: não se importar em submergir ou não ficar à tona das ações que empreendemos e conseguir conjugar diferentes conhecimentos com criatividade, com poiésis, com novo nexo.

Trata-se de um exercício que requer responsabilidade pelo pensamento, pelas ideias, pelas ações, viabilizando o conhecimento pela competência de uma racionalidade aberta capaz de conviver com o que se lhe opõe ou resiste como força e fundamento de argumento: "[...] o desenvolvimento da ciência não se efetua por acumulação dos conhecimentos, mas por transformação dos princípios que organizam o conhecimento".

O pesquisador e educador transdisciplinar é um "resgatador de esperança", porque propõe a ressurreição do sujeito que resiste, apesar de tudo, a qualquer tipo de dogma, de atitudes ideologizadas, para construir os projetos do futuro. Trata-se de uma atitude e de uma visão cujo sentido consiste em superar-se, ultrapassar os limites do próprio sentido.

Transdisciplinaridade e Complexidade

Vivemos um período de mudanças extraordinárias quer nos meios de comunicação, quer nos saberes, quer no ritmo cotidiano, e não as dominamos ou não conseguimos acompanhá-las; paradoxalmente, e ao mesmo tempo, somos os responsáveis por elas e gestores de todas elas. Temos, pois, mudado a ordem das coisas, com o poder do conhecimento e dos meios de que dispomos. A questão consiste em saber de que modo estamos realizando essas mudanças, com quais valores, em que sentido, através de que formas de agir.

A transdisciplinaridade supõe agir sobre os saberes que vimos produzindo, atuando sobre os valores que os mantém, o modo de praticá-los, questionando as "chamadas" novas competências individuais e coletivas; faz-nos retomar as marcas profundas que a história nos legou, utilizando este aprendizado como experiência essencial na reorientação de novas ações e de uma nova ética. Consiste, portanto, no exercício crítico em que concorrem pensamento, ação, experiência, diferença, valores. 

Certamente, não se trata de proposta simples. A perspectiva transdisciplinar requer a eficácia de uma dialógica, abertura para escutar o que se passa em outras esferas do conhecimento, mesmo mantendo posição divergente, pois é impossível saber-se tudo, dominar todos os ângulos de uma investigação. Deste modo, a "transdisciplinaridade aparece como um movimento de reconhecimento do espírito e da consciência [...] uma consciência nova da realidade, contraponto urgente a certos perigos da época". Sugere Nicolescu que realizemos a conciliação entre a linguagem interior do homem e o saber que ele constrói; conciliação que resulta da compreensão e do reequilíbrio entre o saber produzido e as necessidades interiores do homem.

A transdisciplinaridade instala-se, portanto, na interação entre o sujeito e o objeto, na compreensão de que a realidade é multudimensional e na compreensão da possibilidade de inclusão do terceiro excluído, ou como chamo, no jogo exclusão-inclusão. Este jogo tem como fonte um dos princípios lógicos que Aristóteles formula, a saber, o princípio do terceiro excluído: "[...] dadas duas proposições cujos predicados são contrários, uma delas é verdadeira e a outra falsa, não havendo terceira possibilidade". Mas, para que um sistema (conjunto de elementos complexos, heterogêneos e homogêneos) exista, é necessário o movimento de atração e rejeição, contendo seus elementos, portanto, a inclusão, em outro nível, de um elemento formado dessa rejeição-atração (terceiro incluído). A consciência desta possibilidade nos projeta para um aprendizado que inclui a presença de um contrário, sem a necessidade de transformá-lo ou simplificá-lo; em primeira instância, o imprevisto consiste em conviver com e enfrentar a existência deste patamar de realidade. Transdisciplinarmente, este nível transpassa os sistemas mais conhecidos, coloca em evidência a dúvida, o incerto, inaugurando trajetos originais, criativos, em que se integram, complexamente, diferentes e contrários aspectos de uma realidade.

Alguns princípios alicerçam, desde já, nossa investida neste campo de reflexão: a adoção irrevogável de uma postura crítica, uma atitude responsável e pluralista tendo em vista os contextos aqui trazidos para o debate.

Estes princípios têm sustentação na teoria da complexidade de Edgar Morin, especialmente ao priorizar como necessária ao educador a determinação de um pensamento conectante, capaz de resistir às tendências magnetizantes de uma racionalidade fragmentada; a restauração do sujeito responsável que se contraponha ao argumento de autoridade e priorize a fundamentação de uma idéia; a motivação pela polêmica; o constante auto-exame que procure evitar aquele realismo trivial e se fortaleça num movimento que se consolide na re-humanização do conhecimento.

O apelo à re-humanização e ao desenvolvimento transdisciplinar que nos parece estar em curso, tem seu solo na necessária mudança de rumos que temos de empreender tanto para produzir e exercitar os conhecimentos, quanto para fazer e viver a vida. Precisamos repensar o saber considerando a dispersão e o parcelamento dos conhecimentos. E como o tempo é hoje muito mais de disjunção, tornam-se mais visíveis nossas dificuldades para alterar uma formação e uma moral determinista e ainda mecanicista, para assumir a acústica dos múltiplos, dos duplos, e começar, por assim dizer, a romper as fronteiras entre unidade e multiplicidade, objetividade e subjetividade, ordem e desordem, etc., aceitando também nossa natureza dual.

O desafio de uma outra ordem está no re-aprendizado da "reliance" (religação) e da "incertitude" (incerteza) que acionam ao mesmo tempo as forças de conjunção, as forças de disjunção e que movimentam as certezas com a dúvida, com a incerteza, podendo assim provocar uma outra harmonia, diferente daquela que estabelecemos como detentora da qualidade de vida. 

Nesta perspectiva, Morin nos convoca a pensar sobre o tipo de transdisciplinaridade que precisamos realizar lembrando que "[...] a ciência se baseou na exclusão do sujeito" precisa, portanto, rever e retomar esse sujeito, rever e transformar os "[...] princípios que organizam o conhecimento. [...] ignorou-se que as teorias científicas não são o puro e simples reflexo das realidades objetivas, mas são os co-produtos das estruturas do espírito humano e das condições socioculturais do conhecimento".

Falamos, desta feita, de uma transdisciplinaridade que, articulada à teoria da complexidade, considera os mecanismos de disjunção destes domínios do conhecimento mas pratica a conjunção possível sem operar reduções, procurando nas relações, ações e retroações, aprender a reconhecer os diferentes níveis de realidade. 

Estamos num momento que requer, de educadores e de outros profissionais, não só a "reforma do pensamento", no dizer de Morin, ou seja, a formação de uma consciência humanitária que se funde na capacidade de integração entre a vida, a conduta e o conhecimento. Requer também a exigência da convicção para agir e tomar decisões que mobilizem o espírito humano para assumir uma cultura diversificada, complexa, viva. Será necessário apostar na re-humanização do homem, fazendo essa humanidade vir à tona, atacando "[...]o problema da dominação em suas estruturas mentais e organizacionais".

Desafiador é enfrentar os problemas de nosso tempo sem angústia imobilizadora, conviver com as diferenças, com a insegurança e o incerto, buscando nas relações humanas e cotidianas o constante reaprendizado da missão formativa. Desafiador é ainda aprender a respeitar os limites e o que se opõe ao nosso modo de ser, como requisito pendular à maturação educativa.

 

Para uma síntese reflexiva sobre a transdisciplinaridade

A questão não está em superar as fronteiras que existem entre as disciplinas mas em transformar o que gera as fronteiras. 

As disciplinas precisam reassumir os sujeitos sociais (em contraposição à exclusão do sujeito) em sua integralidade; não eliminar de seu pensamento, de sua episteme, a alma, o conteúdo, as emoções, o sofrimento; não eliminar o vivente. 

A ligação efetiva entre as ciências da natureza e as ciências do homem se faz necessária.

A relação entre pensamento complexo e transdisciplinaridade está na proposta de religação entre o que está partido, desconectado, tudo quanto permite religar o todo e a parte.

Para promover a transdisciplinaridade é necessário um paradigma que permita disjuntar os domínios científicos fazendo-os comunicarem-se sem redução.

Este paradigma é o da complexidade; ele disjunta e associa, ao mesmo tempo, os níveis de emergência da realidade sem reduzi-los a unidades elementares ou a leis gerais.

Não há um princípio unitário para todos os conhecimentos, até porque isto provocaria um movimento de simplificação, eliminando a diversidade e as incertezas da realidade.

No 1o. Congresso Mundial da Transdisciplinaridade realizado em Portugal, em novembro de 1994, foi elaborada uma Carta, no estilo de um manifesto, com a finalidade de produzir uma marca e tornar mais compreensivos os aspectos fundamentais da abordagem transdisciplinar. Dela escolhemos três artigos que consideramos importantes para aqui assinalar.

"A visão transdisciplinar é resolutamente aberta na medida em que ultrapassa o campo das ciências exatas devido ao seu diálogo e sua reconciliação, não apenas com as ciências humanas, mas também com a arte, a literatura, a poesia e a experiência interior".

"A ética transdisciplinar recusa toda atitude que se negue ao diálogo e à discussão, qualquer que seja sua origem - de ordem ideológica, científica, religiosa, econômica, política, filosófica. O saber compartilhado deveria levar a uma compreensão compartilhada, baseada no respeito absoluto das alteridades unidas pela vida comum numa única e mesma terra".

"Uma educação autêntica não pode privilegiar a abstração no conhecimento. Ela deve ensinar a contextualizar, concretizar e globalizar. A educação transdisciplinar reavalia o papel da intuição, do imaginário, da sensibilidade e do corpo na transmissão dos conhecimentos".

Ao se tratar da transdisciplinaridade há, por vezes, tendência a reduzi-la, concebendo de maneira trivial o seu sentido. Desviar-se desta simplificação é fugir às linearidades e realçar, precisamente, a complexidade na qual a transdisciplinaridade encontra fundamento e espessura.

Bibliografia:

BREVE BIBLIOGRAFIA PARA ESTUDOS SOBRE TRANSDISCIPLINARIDADE:

CARVALHO, Edgard de Assis. Polifonia cultural e ética do futuro. In: Ética e o futuro da cultura. Revista Margem, n.9, São Paulo: Educ/Fapesp, 1999.

CASTORIADIS, Cornelius. Feito e a ser feito - As encruzilhadas do labirinto V. Trad. Lílian do Valle, Rio de Janeiro: DP&A Editora, 1999. 

CHAUÍ, Marilena. Introdução à história da filosofia - Dos pré-socráticos a Aristóteles, Vol.1, São Paulo: Ed. Brasiliense, 1994.

FAZENDA, Ivani (Org.). Didática e interdisciplinaridade, Campinas: Papirus, 1998.

MARTINELLI, Maria Lúcia; RODRIGUES, Maria Lucia; MUCHAIL, Salma Tannus (Orgs.). O uno e o múltiplo nas relações entre as áreas do saber. São Paulo: Cortez/ Educ, 1998. 

Mémoire du XXI e. Siècle. Complexité et quête du sens. Cahier Transdisciplinaires 1, Groupe 21, Paris: Éditions du Rocher, 1999. 

Mémoire du XXIe. Siècle. L’ homme à venir. Cahier Transdisciplinaires 2, Groupe 21, Paris: Éditions du Rocher, 2000. 

MORIN, Edgar. Para sair do século XX. Trad. Vera A. Harvey, Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1987.

______. Antropologia da liberdade. In: Ética e o futuro da cultura. Revista Margem, n.9, São Paulo: Educ/Fapesp, 1999.

______. Ciência com consciência. Trad. M. G. de Bragança e M.G. Pinhão. Lisboa Publicações, Europa-América, Biblioteca Universitária, n.32, 1994.

______. Complexidade e transdisciplinaridade - A reforma da universidade e do ensino fundamental. Trad. E. de A. Carvalho. Natal: EDURF/Editora da UFRN, 1999.

______. La Tète Bien Faite - Repenser la réforme - Réformer la pensée. Paris: Éditions du Seuil, 1999.

______. A cabeça bem-feita: repensar a reforma - reformar o pensamento. Trad. E. Jacolbina. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2000.

______.; KERN, Anne Brigitte. Terra Pátria. Trad. Paulo Neves, Porto Alegre, 1995.

______.; BONNEFOY, Yves. Articuler les Savoirs - L’Enseignement de la Poésie - Textes Choisis. Paris: Ministère de l’Education Nationale de la Recherche et de la Technologie, Centre National de Documentation Pédagogique, 1998.

 NICOLESCU, Basarab. La Transdisciplinarité - Manifeste. Paris: Éditions du Rocher, 1996.

______. O manifesto da transdisciplinaridade. Trad. Lucia E.Souza, São Paulo: Trion, 1999.

PENA-VEGA, Alfredo e NASCIMENTO, Elimar P. (Org.). O pensar complexo. Rio de Janeiro, Garamond,1999.

RANDOM, Michel. La Pensée Transdisciplinaire et le Réel. Paris: Éditions Dervy, 1996.

RODRIGUES, Maria Lucia. O Serviço Social e a perspectiva interdisciplinar. In: O uno e o múltiplo nas relações entre as áreas do saber. São Paulo: Cortez/Educ, 1998.



Compartilhe:


Comentários